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sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Dia das Mães

DRAMATIZAÇÃO PARA DIA DAS MÃES: 
ROTINA          

Cena 1- de manhã:
Bebê chora, mãe acorda sonolenta para pegá-lo, troca fralda e oferece mamadeira.
Pai espreguiça e boceja a cama pedindo para apagar a luz.

Cena 2- na hora do banho:
Mãe dá banho no bebê com dificuldades
Pai assiste TV

Cena 3 – no almoço:
A mãe dá papinha. O bebê não quer e ela insiste desesperadamente
Pai: almoça sossegadamente

Cena 4 – Na hora de sair:
Mãe carrega desajeitadamente o bebê, mochila, mamadeira, fralda no ombro e brinquedinho   
do bebê.
Pai balança a chave do carro calmamente e ainda reclama que a esposa demora demais.

Cena 5 – Na casa da titia:
Mãe extremamente cansada e abatida
Pai com o bebê no colo dizendo que não dá o mínimo de trabalho... um anjo!

Cena 6 – na hora de dormir:
Mãe nina o bebê que não dorme e comenta com o pai que pode estar com cólicas
Pai ronca exageradamente

Cena 7 – de vez em quando:
Pai brincando com o filho (de luta)
Mãe lavando e passando roupa, varrendo a casa, tirando pó...etc.

Todos: Mamãe, parabéns você é insubstituível! 


Criação e Texto: Adriana Tavares 


Ser mãe...
Ser mãe é viver mil vezes em apenas uma vida...
É lutar por causas perdidas e sair sempre vencedora...
Ser mãe é caminhar na dúvida cheia de certezas..
É correr atrás das nuvens num dia de sol e alcançar o sol num dia de chuva...
Ser mãe é chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza...
É cancelar sonhos em prol de terceiros...
É acreditar quando ninguém mais acredita...
É esperar quando ninguém mais espera...
Ser mãe é identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa...
É ser enganada e sempre dar mais uma chance...
É cair no fundo do poço e emergir sem ajuda...
Ser mãe é estar em mil lugares de uma só vez; é fazer mil papéis ao mesmo tempo; é ser forte e fingir que é frágil para ter um carinho.
Ser mãe é estender a mão a quem ainda não pediu; é doar o que ainda não foi solicitado.
Ser mãe é amar seus filhos e os filhos dos outros  igualmente; é ser nova quando o coração está a espera do amor, ser crescente
quando o coração está se enchendo de amor, ser cheia quando ele já está transbordando de tanto amor e minguante quando este amor vai embora.
Eu poderia passar o dia enumerando as características divinas de uma mãe...
Mas eu fecho dizendo que...
Ser mãe é, acima de tudo, um estado de espírito...
É uma dádiva... 

Mãe... Mulher!

Para completar o homem, Deus a fez mulher...
Mas para participar no milagre da vida, Deus a fez mãe.

Para liderar uma casa, Deus a fez mulher...
Mas para edificar um lar, Deus a fez mãe.

Para estudar, trabalhar e competir, Deus a fez mulher...
Mas para guiar a criança insegura, Deus a fez mãe.

Para os desafios da sociedade, Deus a fez mulher...
Mas para o amor, a ternura e o carinho, Deus a fez mãe.

Para fazer qualquer trabalho, Deus a fez mulher...
Mas para embalar o berço e construir um caráter, Deus a fez mãe.

Para ser princesa, Deus a fez mulher...
Mas para ser rainha, Deus a fez mãe.

Você  MÃE ... é o presente mais lindo de Deus ....
PARABÉNS PELO SEU DIA MAMÃE...


Homenagem às mães

Ninguém melhor que um filho para descrever o que é ser mãe.
Pensando assim é que faço esta homenagem a todas aquelas que receberam de Deus a benção de ser mãe e carregam consigo a maravilhosa responsabilidade de conceber a vida.
            Desde a concepção do ser, a mãe já o ama e por ele desfruta de plena felicidade. Ela sabe que ele a ouve e desde já ela inicia seus ensinamentos.
            Ela precisa estar bem porque assim ele estará também.
            Ela se alimenta melhor, porque o melhor quer dar a seu filho.
            Ele sente suas ansiedades e principalmente suas emoções.
            Ele nasce e ela sente que já o conhece tão bem que sua chegada não a intimida.
            Sua vida muda, ela sabe que passará por momentos difíceis, mas nenhum que a faça deixar de ser mãe.
            Nunca mais ela deixará de ter noites mal dormidas. Suas preocupações aumentam, seu mal estar é passageiro e sua vaidade fica para segundo plano, pois ela o ama!
            Seu filho cresce, mas ainda é seu!
            Ela abençoa seu sorriso e enxuga suas lágrimas, orgulha-se de seus valores e corrige seus deslizes, vibra com suas vitórias e apara suas quedas.
            Ela rouba suas dores e tira de si o direito de senti-las.
Mãe, sua fé é inabalável, sua coragem é desmedida e seu amor é infinito.
            Deus não poupou virtudes quando a criou. Deu-lhe a força de um leão e a meiguice de uma flor.
            Deus criando você criou a perfeição!  

                                                                                                                                             Texto: Adriana Tavares

Teatro casamento Festa Junina

CASAMENTO NA ROÇA 2010
PERSONAGENS
- Narrador:
- Padre – Gustavo
- Noiva: Giovanita – Giovanna
- Noivo: Juanito – Juan
- Pai da noiva: Nhô Enzzo
- Mãe da noiva? Nhá Bárbara
- Pai do noivo: Nhô João Pedro
- Mãe do noivo: Nhá Laura

DRAMATIZAÇÃO
-NARRADOR – Lá pras banda do paior grande havia uma moça pra lá de bunita chamada de Giovanita.( Giovanita  entra e senta    num banco suspirando: “ai,ai”) Todas tarde a Giovanita se assentava pra ouvir os passarinho cantá. (Sonoplastia: canto de passarinhos). Por ali também morava o Juanito. (Entra o Juanito). Todas tarde o Juanito vinha e se assentava pra ouvir... a Giovanita suspirá.
NARRADOR – Suspira de cá, suspira de lá...
GIOVANITA  – (suspira) Ai, ai...
JUANITO – (suspira) Ai, ai...
NARRADOR – (suspira)... ai, ai – até que um dia de tanto suspirá...(Os dois aproximam o rosto um do outro) os dois acabaram por se beijá. (Juanito beija o rosto de Giovanita, que fica com vergonha e ri ). Nessa hora por ali passava o Nhô Enzzo e Nhá Bárbara, pais da Giovanita , que viram tudo.
NHÔ ENZZO – Eu vi tudo! (Giovanita e Juanito se levantam na hora)
GIOVANITA  – Papai!
NHÁ BÁRBARA – Carma marido... Assim ocê infarta!
JUANITO – (com medo) Nhô Enzzo!
NHÔ ENZZO – Se bejô tem que casá.
NARRADOR – Nhô Enzzo era um homi muito dos bravu. O Juanito inda tentô argumentá:
JUANITO – Giovanita, exprica pro seu pai. Foi sem querer...
NARRADOR – E a Giovanita respondeu:
GIOVANITA – Vai sê um casório muitu du bunitu.
NHÔ ENZZO – Vá si embora se arrumá que eu vô arrumá a noiva!
NHÁ BÁRBARA – Podexá que eu arrumu!
JUANITO – Ai, ai, ai, ai, ai, ai. (Nhô Bento carrega  Giovanita pelo braço - vão saindo)
GIOVANITA – Tchar Juanito! (manda beijo)
NHÔ ENZZO – Bejá é só despois do casamento, minina!
GIOVANITA – Ô pai...
NARRADOR –  Juanito ficô desesperado. E foi fala co’a sua mãe. (Juanito vai até um dos cantos do palco = sua casa. Chama a mãe)
JUANITO – Mainha! Mainha!  Acode mainha! (a mãe sai correndo de casa preocupada)
NHÁ LAURA – O que foi meu fio? Onde que te mordeu?
JUANITO – Mordeu o que, mãe?
NHÁ LAURA – Foi cobra, foi jacaré ou foi onça meu fio?
JUANITO – Nada disso, mãe. É o Nhô Bento: só porque ele me viu beijando a Giovanita agora ele qué que eu mi case co’ela.
NHÁ LAURA – (espantada) O que ce ta mi contano, meu fio?
JUANITO – É issu memo, mãe.
NARRADOR –  Juanito tinha certeza que a mãe ia defendê ele do Nhô Enzzo.
NHÁ LAURA – (séria) Meu fio...
JUANITO – O que, mãe?
NHÁ LAURA – Meu fio!
JUANITO – O que, mãe?
NHÁ LAURA – (abraça o filho) Parabéns, meu fio!
NHÔ JOÃO PEDRO – (entrando) O qui que ta contecendo aqui?
JUANITO – Pai: só porque o Nhô Enzzo me viu beijando a Giovanita agora ele qué que eu mi case co’ela.
NHÔ JOÃO PEDRO – Então é issu?
JUANITO – É, pai... óia procê vê!!!
NHÔ JOÃO PEDRO – Ele qué ti obriga?
JUANITO – Qué sim, pai.
NHÔ JOÃO PEDRO – Pois saiba que ele não pode te obrigá a fazê nada!
JUANITO – (feliz) Isso, pai!
NHÔ JOÃO PEDRO – O Nhô Bento não pode te obrigá a casá!
JUANITO – Isso memo!
NHÔ JOÃO PEDRO – Mas eu posso! Laura, prepara a roupa do noivo!
JUANITO – Mas pai...(Nhá Laura segura o filho pelo braço e os 3 vão saindo)
NHÁ LAURA – Cê vai dá um noivo danadu de bunitu, meu fio.
NARRADOR – O casamento foi marcado, estava tudo arranjado. A noiva chegou primeiro e estava uma formosura.(Entra a Giovanita vestida de noiva com Nhô Enzzo, Nhá Barbara)
NARRADOR – O padre chegou logo depois.
PADRE – (entra) E cadê o noivo?
GIOVANITA – (feliz) Já  já ele parece.
NARRADOR – Demorou um pouco mas o noivo apareceu. Veio trazido pelo pai, o Nhô João Pedro.(Entram Juanito, Nhô João Pedro e Nhá Laura e cumprimentam a família da Giovanita com a cabeça e também o padre. Juanito vem meio contra-gosto).
JUANITO – Oi Giovanita. Ocê ta bunita....
PADRE – Silêncio! Vamu cumeçá esse casório. Nóis estemos aqui reunidos pruque...(Enquanto o padre fala Juanito se abaixa e tenta sair escondido do casamento. O primeiro a ver é o sogro)
NHÔ ENZZO – O noivo ta fugino! Pega o noivo!(O pai do noivo o puxa...)
NHÔ JOÃO PEDRO- Fogi não fio, é pio procê!
PADRE – Será que agora nóis podi cumeçá? Nóis tamo aqui reunidu pra mordi casá esses dois...(De novo Juanito tenta escapar)
 GIOVANITA – Eita uai! Meu noivo tá fuginu! (Agora a mãe da  noiva grita...)
NHÁ BÁRBARA- Vorta aqui seu cabra, nem dianta querê fugi! (O noivo volta e continua o casório)
PADRE – (limpa a garganta) Pudemu continuá? Vamu casá Giovanita cum Juanito, segurem o  noivo! Giovanita, ocê aceita o Juanito como seu esposo e prometi ajudá ele a capiná o quintar?
GIOVANITA – (apaixonada) Aceito e ajudo sim!
PADRE – E ocê, Juanito: aceita a Giovanita como esposa e ajuda ela a tirá leite da Mimosa?
JUANITO – Pode dá resposta até quando?
NHÔ ENZZO (BRAVO) – Agora!
NHÁ BÁRBARA    – Óia bem nos zoinho dela, Juanito . Ela é tão bunitinha...( Juanito olha e  Giovanita pisca os dois olhos várias vezes)
JUANITO – Bem...
PADRE – Aceita?( Giovanita engancha no braço do Juanito, deita sua cabeça no ombro dele e lhe dá um grande sorriso)
JUANITO – Aceito.
TODOS – Viva! Viva!
PADRE – Agora pode beijá a noiva.(Os dois se beijam.)
TODOS – Viva! Viva!
JUANITO – (com cara de maroto) Gostei. De novo... (Os dois se beijam de novo)
TODOS – Êêêêê!
NARRADOR – E agora vamu dança, bebê cume a noite inteira. Vamu lá!(A música aumenta. Dança dos convidados do casamento)
F i m

Adaptação: Adriana Tavares

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Teatro de Natal

Escrevi esta peça teatral para as professoras dramatizarem na festa do Dia das Mães, por isso a mensagem do final (sobre o presente que a filha dá à mãe). Agora aí está, adaptada para o Natal. 



Pacotinhos Brilhantes

NARRADOR: Dina era uma linda menina de 5 anos de idade. Seus pais tinham muito dinheiro e sempre lhe davam presentes muito caros e bonitos, porém não tinham tempo nem paciência para brincar e conversar com a filha.

MÃE: Oi filha, Feliz Natal! Este é o presente que a mamãe comprou para você, veja se gosta.

DINA: Que linda... É uma boneca que fala e se mexe, é a  mais linda que já vi! Você brinca comigo?

MÃE: Não filha, a mamãe está muito ocupada e atrasada, preciso preparar tudo para a ceia de Natal que teremos a noite.

Madrinha: Oi Dina, olha o que a madrinha trouxe para você. (entrega um lindo pacote)

DINA: você vai brincar comigo?

MADRINHA: Não querida, a madrinha tem um montão de coisas pra fazer, mas logo eu apareço de Novo está bem?

 NARRADOR: Dina olha para o pacote, se interessa pouco e logo joga o presente de lado também. Olha para os presentes que gannhou, porém não se sente feliz completamente, não tem com quem brincar.

FADA: Olá menininha bonita!

DINA: Oi, eu não sou uma menina bonita, sou uma mocinha linda!

FADA: É verdade, me desculpe!

DINA: Mas quem é você?

FADA: Eu sou sua amiga, você ainda não me conhece, mas eu vim de muito longe somente para te trazer este presente. (Entrega uma caixa para Dina. Ela calmamente o coloca de lado)

FADA: Hei... Você não vai abrir seu presente?

DINA: Não, depois eu abro!Você quer brincar comigo?

FADA: EU quero sim, mas antes quero que você veja o que eu trouxe para você. Este presente é muito importante, o melhor presente que você já ganhou.

NARRADOR: Curiosa então, ela abre a caixa e vê que dentro dela tem alguns pacotinhos brilhantes.

DINA: Nossa, mas o que é isso?

NARRADOR: A fada pega cada um dos pacotinhos e explica para Dina.

FADA: Esta aqui é a HUMILDADE.

DINA: Humildade? Mas o que é isso? Pra que eu quero isso?

FADA: Ah Dina, a humildade é a melhor das virtudes que Deus nos dá, sem ela as pessoas se afastarão de você, acharão que não gosta delas e você nunca terá ninguém a seu lado. Se não quiser a humildade pode jogá-la fora, mas você quer ficar sozinha para sempre?    

DINA: Não, não quero ficar sozinha. Eu aceito a humildade! (E coloca a humildade dentro do coração)

(A fada pega outro pacotinho brilhante)

FADA: Esta outra é a CARIDADE.

DINA: Caridade? Hum... Desta eu não preciso!

FADA: Pode ser, mas você é uma pessoa caridosa? Gosta de ajudar as outras pessoas?

DINA: Caridosa? Ajudar? Não, estou sempre muito ocupada, não tenho tempo de ajudar ninguém!

FADA: Entendi...  Então você pode jogar a caridade fora se não achar que é importante para você, mas saiba que se um dia você precisar de ajuda, ninguém vai se interessar, porque cada um recebe aquilo que merece.

DINA: Quer dizer que se eu  me perder ninguém cai me ajudar? Ficarei perdida para o resto da vida?

FADA: Sim, se você não faz a caridade àqueles que precisam, quando você precisar ninguém te ajudará também.

DINA: Ah, então eu quero a caridade sim, vou ficar com ela para sempre! (e a coloca dentro do coração)

(Com outro pacotinho brilhante nas mãos a fada diz: )

FADA: Esta Dina... É a bela AMIZADE.

DINA: Amizade? Eu não preciso dela! Não tenho amigos, todos só querem meus brinquedos, nunca me chamam para brincar, nunca querem estar comigo, por que preciso da amizade então?

FADA: Você precisa da amizade porque quem tem amigos nunca está sozinho e nunca se perde. Quem tem amigos é feliz, tem com quem conversar, tem com quem brincar e sorrir. Você gosta de viver sozinha? Gosta de brincar sozinha? De que adianta ganhar tantos presentes, tantos brinquedos lindos se você não tem amigos para brincar? Não tem com quem dividir, não tem amigos para serem felizes com você?

DINA: É verdade... Quero muito a amizade. A partir de hoje vou usá-la bastante, acho que assim serei mais feliz!(Dina coloca a amizade dentro do coração também)

(A fada pega o último pacotinho brilhante:)

FADA: O último pacotinho é o AMOR, este é o mais lindo amor que temos conhecimento Dina.

DINA: Amor? Este pode dar para outra pessoa, eu já tenho muito, você não vê como minha família me ama?

FADA: Sim, eu vejo, mas este amor é diferente. Este amor que estou te oferecendo é aquele que não te pedirão nada em troca, é o amor pela vida, pelas pessoas que não são da sua família, amor pelas plantas, animais e tudo que existe ao seu redor.

DINA: Mas fada... Se eu ficar com este amor, o que eu ganho com ele?

FADA: Dina, você não ganha nada que seus olhos possam ver, mas ganha tudo que seu coração pode sentir. Se seu coração ficar feliz você viverá muito melhor e todos que estarão perto de você também.

NARRADOR: Assim o tempo passou e a partir daquele dia a HUMILDADE, a CARIDADE, a AMIZADE e o AMOR estiveram sempre dentro do coraçãozinho de Dina e ela passou a viver muito mais feliz.
Dona Estela, mãe de Dina nunca percebeu as mudanças que aconteceram com a filha até que no dia de seu aniversário Dina  entra feliz e saltitante em seu quarto com um presente nas mãos. Quando Dona Estela abre a caixa vê 4 pacotinhos brilhantes...

MÃE: Mas o que é isso? DEDICAÇÃO, ALEGRIA, AUTORIDADE e PACIÊNCIA?

DINA: Ah mamãe, com certeza você saberá melhor do que eu o que deve fazer com eles!

                                                                                  F I M
Texto: Adriana Tavares 

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