sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A formação de hábitos

A formação de hábitos

É fundamental que pais reservem tempo para diálogo com os filhos; assim os conhecem melhor
Alguns pais matriculam os filhos em escolas onde há Educação Infantil, para que tenham iniciação à alfabetização. Pelo fato de a criança de quatro ou cinco anos estar freqüentando a escola, seus pais têm preocupação de que iniciem logo a alfabetização, aprendam a ler e a escrever o nome. Não somos contrários a essas ideias, mesmo porque há crianças nessa idade que chegam às escolas sabendo escrever o nome, com nível de conhecimento e inteligência bem desenvolvidos. Entretanto, antes de ensinar à criança escrever, há necessidade de desenvolver nela o esquema corporal, lateralidade, coordenação visomotora, relação espaço-temporal, o que vai favorecê-la na aprendizagem da leitura e da escrita.
Nessa época, o mais importante e pouco valorizado na educação das crianças, independentemente da classe social, é a formação de seus hábitos e atitudes.
Diz o ditado que "educação vem do berço", contudo observamos que algumas crianças chegam às escolas sem esse atributo, circunstância que implica tarefa dobrada para o professor.
Que hábitos e atitudes estão fazendo falta a nossas crianças? Eis alguns pontos que consideramos fundamentais na educação.
  •  Cuidar apenas dos hábitos de higiene, como tomar banho, e vigiar se o está fazendo corretamente, pentear os cabelos, lavar as mãos antes das refeições e escovar os dentes não é bastante. É preciso ensinar à criança ter hora para tudo, hora certa para as refeições, dormir, brincar, assistir a programas da TV – isso é disciplinar a criança e formar hábitos.
  • Ensinar a falar a verdade, modificando tendências ou hábitos de mentir com intuito de fugir de uma repreensão é fortalecer o seu caráter. É nesses momentos que os pais devem interferir para corrigir os filhos, mostrando-lhes o que está errado, explicando sempre por que não devemos fazer isso ou aquilo, não esquecendo que os exemplos dos adultos, suas atitudes e hábitos são observados e assimilados pelas crianças com facilidade.
  •  Desenvolver na criança o hábito de ter responsabilidade com as pequenas coisas inerentes a ela e que possa fazer, como arrumar a cama ao se levantar, cuidar de seu material escolar em casa e na escola, guardar seus brinquedos no lugar certo são alguns exemplos. Isso não é explorar a criança, mas educá-la para saber valorizar o que tem. Assim, mais tarde, quando adulto, será zeloso, cuidadoso, e naturalmente esse comportamento se refletirá na sua vida familiar e no trabalho.
  •  É fundamental que os pais reservem sempre, no lar, momentos para dialogar com os filhos. Essa é uma forma e uma oportunidade de conhecerem os pensamentos, as idéias e os sentimentos dos filhos para, então, com carinho, fazerem as interferências necessárias, moldando-lhes o caráter, a personalidade, o que contribui também para que a criança saiba ouvir e conversar sem gritar.
  •  Educar o filho é ensinar-lhe a saber esperar quando o que deseja no momento não pode ser atendido, e dizer não e sustentá-lo, sem medo ou receio de que ele fique zangado, magoado ou revoltado, pois tudo isso passa. A criança é um serzinho inteligente e observa tudo. Se não houver pulso firme, elas fazem, por meio de pequenas 'chantagens', o que querem dos pais, impondo-lhes suas vontades.
  •  Os filhos sentem necessidade de ter alguém que os conduza e lhes imponha limites, que os faça sentirem-se confiantes, tranqüilos e seguros a seu lado. Com isso aprendem a obedecer ordens. As crianças que não estão acostumadas às regras e disciplina no lar, quando chegam à escola, estranham muito, porém aos poucos o professor vai fazendo-as habituar-se às novas regras, levando-as a mudanças de comportamento.
  •  É muito comum crianças com menos de sete anos de idade apresentarem tendências egocêntricas – "eu sou o melhor de todos", "eu prá tudo", "eu eu sei", "eu que falo", "eu quero ser o primeiro", "eu sou o melhor". Compete aos pais e professores mostrar à criança, de forma carinhosa, que ela não é a única e fazê-la entender que as outras crianças também têm direitos e vez.
  •  A criança encanta pela sinceridade, pela simplicidade e naturalidade de seu olhar, do sorriso, das gracinhas que faz. Nessa espontaneidade ela mostra suas qualidades, seu nível de entendimento, sua personalidade, tendências e suas imperfeições, pois os espíritos que ainda encarnam neste planeta vêm em busca da sua evolução, por não serem perfeitos, cabendo aos pais observar e educar os filhos de acordo com as necessidades de cada um, devido às diferenças de temperamento e personalidade, ou seja, uns são mais dóceis, compreensivos; outros, mais rebeldes. Para uma boa educação não podemos olhar somente as qualidades e ignorar os erros, as falhas que naturalmente a criança expressa.
  •  Devemos ficar atentos a tudo, não para humilhar ou castigar excessivamente, mas para enaltecer as qualidades e corrigir as más tendências.
Educar é muito difícil e dá trabalho, porém quando a educação é bem administrada desde a infância e com início no meio familiar, certamente haverá bons frutos no futuro. Como diz o ditado, "educar a criança é gravar em mármore".
(A autora é educadora) 

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Texto magnífico

     PARA QUE, QUEM GOSTA DA  LÍNGUA PORTUGUESA, POSSA SABOREAR:
    Pergunta:
    Alguém  sabe me explicar, num português claro e direto, sem
figuras de linguagem, o que  quer dizer a expressão "no frigir dos
ovos"?
    Resposta:
    Quando  comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no
mel, mamão com açúcar.  Só que depois de um certo tempo dá crepe,
você percebe que comeu gato por lebre  e acaba ficando com uma batata
quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é  mole, nem sempre
você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão  na
massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo
as  favas. 
    Já  que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é
ir comendo o mingau  pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque
é de grão em grão que a  galinha enche o papo. 
    Contudo  é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto,
encher lingüiça  demais. Além disso, deve-se ter consciência de
que é necessário comer o pão que  o diabo amassou para vender o seu
peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem  antes quebrar os ovos.

    Há  quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança
e vai com muita  sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa
gente acaba falando muita  abobrinha, são escritores de meia tigela,
trocam alhos por bugalhos e confundem  Carolina de Sá Leitão com
caçarolinha de assar  leitão. 
    Há  também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo
nas mãos, eles se  perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na
maionese, .etc.). Achando que  beleza não põe mesa, pisam no tomate,
enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o  pato é o leitor que sai
com cara de quem comeu e não  gostou. 
    O  importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê
não é tudo farinha  do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita
para engrossar o caldo e oferecer  um texto de se comer com os olhos,
literalmente. 
    Por  outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o
negócio desanda e vira  um verdadeiro angu de caroço. Aí, não
adianta chorar sobre o leite derramado  porque ninguém vai colocar
uma azeitona na sua empadinha não. O pepino é só seu,  e o máximo
que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos
outros  é refresco. 
    Mas  - dando uma canja - as moças apetitosas são sempre um xuxu,
todavia quem não  trabalha não come, e ficar por cima da carne-seca,
labendo os beiços, só faz  ficar chorando de barriga cheia.
    A  carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir
plantar batatas.  Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando
se junta a fome com a vontade  de comer as coisas mudam da água pro
vinho. 
    Se  embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não
desistir mesmo quando  o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha
que no frigir dos ovos a  conversa chega na cozinha e fica de se comer
rezando. Daí, com água na boca, é  só saborear, porque o que não
mata engorda. E não vá confundir um Pires de Oliveira com um pratinho
de azeitona.
.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Sugestões para Dia das Mães

Dia das Mães...
Algumas sugestões para a Comemoração do Dia das Mães na escola.  Sei o quanto é difícil criar tudo diferente todos os anos, então já que tenho usado muitas sugestões de amigas blogueiras, quero aqui compartilhar um pouquinho do meu trabalho também. Essas fotos são da comemoração de 2010, em breve postarei fotos deste ano.

Este foi nosso painel de fundo no palco.



Bolo e mesa em cores femininas leves.  








Painel de entrada: cartazes com foto das mães e a reprodução em desenho ou recorte.

Painel de entrada com os nomes de mães.

Presente: Fronha personalizada. Linda!!!
Algumas apresentações:















segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Novo selinho

Que selinho lindo! Foi-me oderecido carinhosamente pela Carolina do blog "Educação Infantil: Uma conquista e tanto", que aliás é maravilhoso!


Obrigada querida, que Deus continue nos dando condições para educar nossos pequenos com amor... Parabéns pelo seu trabalho!


Regrinha do Selinho:

1) Indicação de 05 amigas;
2) Postar o nome da pessoa que te indicou, com o link do blog;
3) Avisar as indicadas;
4) Publicar regras.
Meus blog's indicados são...

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

PROFESSORES , por que não existem mais?

Amigas... Vale a pena ler e refletir!

O ano é 2061 D.C. - ou seja, daqui a cinquenta anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios.
Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade.
O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito.
Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação.
Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados.
Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
 
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos.
Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”.
Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas.
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”.
 
O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos.
Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse.
“Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas.
E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular.
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas.
Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados.
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão.
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor.
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda.
Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país.
Eles fracassaram, por que a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos...
Foi o tiro de misericórdia nos professores.
Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais...

 
Autoria Desconhecida


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dicas de como escolher a melhor escola para seu filho...

     Como escolher a melhor escola para os pequenos? 
     Realmente  um assunto bastante complexo e que depende de uma grande variedade de situações a serem analisadas e ponderadas. As dicas que seguem são de opinião pessoal, não devem ser decisivas, porém poderão ajudar, principalmente às mamães que não são da área educacional. 
     Sinceramente o melhor é procurar alguma escola já conhecida , que alguém a indique.
Caso não tenha, pode-se escolher a escola de acordo com a localidade, tamanho, proposta pedagógica,valor de mensalidade, etc... Daí então, ficar na frente da escola (não é mico) conversando com as mães dos atuais alunos para que, naturalmente possa conseguir algumas informações. Consideremos que essas mães, por terem seus filhos ali matriculados, provavelmente não falarão mal da escola, mas o interessante é "especular" bem aquelas que conseguir conversar sobre situações corriqueiras do dia a dia das crianças. 
     Depois é entrar, conversar com a pessoa responsável e analisar principalmente se ela é realmente uma educadora (ou comenciante), se o trabalho dela te satisfaz e sua permanência dentro da escola. 
     Procure conhecer a professora, converse com ela num tom de confiança e amizade e dê-lhe oportunidade de agir naturalmente, cuidado para não a inibir. Vale também pedir para ver materiais de alunos da mesma idade da criança a ser matriculada.
     Observe se a escola usa cadeirões e os chamados chiqueirinhos para os menores, este tipo de mobiliário geralmente serve para "segurar" a criança, acabam passando horas e horas presos a eles perdendo assim a oportunidade de se desenvolverem livremente. 
     Observe também se o material didático (livros e brinquedos) estão muito novos e organizados... Onde há crianças ativas é impossível manter tudo extremamente organizado e novo, a menos que os alunos não possam manusear os materiais, sendo assim, também não se desenvolvem como devem. 
     Não se esqueça da higiene em banheiros e cozinhas. 
     Ah... Observe a fisionomia dos alunos que estiverem na escola, perceba se são crianças felizes, falantes, desinibidas, etc.
     É importante saber há quanto tempo a escola funciona no mesmo ponto, há quanto tempo sob a mesma direção, há quanto tempo a professora trabalha na escola. Porém, pode até ser tudo por pouco tempo, mas o "olho clínico de mãe" vai saber se é o lugar onde seu coração diz que pode confiar.
     Em resumo, o mais importante é saber se a escola funciona como uma instituição de ensino e educacional ou simplesmente um COMÉRCIO para "depósito" de crianças, onde a beleza existe para somente encantar os olhos dos pais e crianças. Por isso é bom tomar cuidado, mas se fizer a escolha errada é simples... Só mudar de escola (rs) . 

Por: Adriana Tavares

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Doações às vítimas da enchente no RJ e SP

    A situação das vítimas das enchentes do RJ e SP é desoladora! Pessoas sofrem a perda de familiares e amigos... Quanto a isso nada podemos fazer a não ser pedir a Deus que encontrem equilíbrio e conforto em seus corações para reconstruirem suas vidas. Porém podemos amenizar-lhes a dor e sofrimento através de doações.
    Busquei algumas informações sobre postos de arrecadação, ainda não há muitos, principalmente em São Paulo. Pretendo montar um posto na escola, mas depois onde devo levar os donativos? Os poucos que encontrei (em SP) são todos muito longe, mas vou continuar procurando, quero ajudar, portanto se alguém souber mais alguma informação, por favor, me avise.
     Encontrei o site do "Projeto enchentes" com alguns postos no RJ e outras localidades, se alguém se interessar, seguem os endereços.

Doações em Dinheiro:
Prefeitura Municipal de Teresópolis (fonte)
Nome da conta: “SOS Teresópolis – Donativos”
Banco do Brasil, agência: 0741, Conta: 110000-9

Estado do Rio de Janeiro
Batalhões da PM/RJ
Todos os batalhões da PM do Estado do Rio de Janeiro vão recolher doações para as vítimas das enchentes da Região Serrana do estado do Rio. Veja aqui os endereços das unidades.
Polícia Rodoviária Federal
- BR-116: Km 133 (funciona 24h)
- BR-101: Km 269 (funciona 24h)
- BR-040: Km 109 (das 8h às 17h)
- BR-116: Km 227 (das 8h às 17h)
Cruz Vermelha
- Praça da Cruz Vermelha 10, Centro do Rio. Estão sendo arrecadados: água mineral, alimentos de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), leite em pó, colchões, roupa de cama e banho e cobertores.

Praças de pedágio da BR-040 (Concer)
- Em Duque de Caxias (km 104)
- Areal (km 45)
- Simão Pereira (km 816)
- Sede da concessionária (km 110/JF, em Caxias)

Rodoviária Novo Rio
- Avenida Francisco Bicalho 1, Santo Cristo, no Rio, no embarque inferior, das 9h às 17h.
Hemorio

O Hemorio recebe doações de sangue para as vítimas das chuvas. Os voluntários devem ir, das 7h às 18h, todos os dias da semana, inclusive aos sábados, domingos e feriados, à Rua Frei Caneca 8, Centro do Rio. Informações: 0800-2820708.

Supermercados do Grupo Pão de Açúcar
- Há postos de coleta em todas as 100 lojas das redes Pão de Açúcar, ABC CompreBem, Sendas, Extra Supermercado e Hipermercados e Assaí em todo o estado.

Em Petrópolis
- Ginásio Pedrão, na Rua Tenente Luiz Meirelles 211, Centro, Teresópolis.

Em Teresópolis
- No Centro da cidade: Rua Aureliano Coutinho 81.
- Em Itaipava: na Igreja Wesleyana, no Vale do Cuiabá, e na Igreja de Santa Luzia, na Estrada das Arcas.
12/01/2011 às 22:31 (fonte)

Polícia Militar
Todos os batalhões da PM do Rio de Janeiro vão receber doações a partir desta quinta-feira (13). Os comandantes dos batalhões recomendam a doação de água mineral, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

Rodoviária
A Rodoviária Novo Rio recebe doações para a Cruz Vermelha. Os donativos serão recebidos no piso de embarque inferior, das 9h às 17h.

Viva Rio
O Programa de Voluntariado do Viva Rio também iniciou uma campanha de arrecadação de roupas e mantimentos para a região serrana do Rio de Janeiro, especialmente Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis. Para ajudar, basta fazer a doação na sede do Viva Rio (Rua do Russel, 76, Glória). Para mais informações o Viva Rio disponibiliza os telefones (21) 2555-3750 e (21) 2555-3785.
Postos em supermercados e rodovias
O grupo de supermercados Pão de Açúcar montou postos de arrecadação em todas as 100 lojas da rede no estado do Rio. As doações podem ser feitas nos estabelecimentos Pão de Açúcar, ABC Compre Bem, Sendas , Extra Supermercados e Assaí. De acordo com o grupo, os donativos serão entregues até 26 de janeiro.

A partir de quinta-feira (13), a Polícia Rodoviária Federal vai montar quatro postos de arrecadação de alimentos e produtos de higiene pessoal. Dois pontos vão funcionar 24 horas, um deles será instalado na BR-116, na altura do pedágio da Rio-Magé, e o outro na BR-101, no trecho de Casimiro de Abreu.
Outros dois postos, na Rio-Petrópolis e na Rodovia Presidente Dutra, vão funcionar das 8h às 17 horas. A PRF informou que os alimentos arrecadados serão entregues para a Cruz Vermelha, que ficará encarregada de fazer a distribuição às vítimas.
Fora da Caridade não há salvação!

Dicas para ajudar na adaptação dos alunos

Veja como lidar com a agitação dos pequenos (e com a ansiedade dos pais) na volta às aulas.

Os primeiros dias de aula estão, certamente, entre os mais importantes de todo o ano letivo. É durante essa fase que os alunos conhecem os novos professores, os novos colegas e começam a se adaptar à nova série e, muitos deles, também à nova escola. O papel do professor nesse momento é de grande relevância, pois ele, mais do que ninguém, pode contribuir para que todas essas novidades se encaminhem de um jeito natural e bem-sucedido, para a felicidade dele próprio, dos alunos e dos pais.

Se o professor não constitui um vínculo bacana com os alunos nesse início, a relação entre eles pode seguir com problemas durante todo o ano. Reconquistar é possível, mas é mais difícil.

Também os pais precisam ser acolhidos em suas inseguranças e em seus medos. Eles devem receber o apoio não só dos professores, como da coordenação da escola. Por isso, os encontros com os pais nesse início são tão importantes. Eles precisam ser orientados e tranquilizados.

O desafio é grande,  por isso há que se preparar para enfrentá-lo. Seguem 10 diacas para ajudá-la a passar por esse processo sem turbulências, receber bem seus alunos e criar com eles um vínculo forte. Afinal, não há aprendizagem sem vínculo:

1- Receba bem os pais.
Professores costumam relatar que, neste início de ano, alguns pais ficam mais ansiosos que seus filhos, o que acaba prejudicando o processo de adaptação. O comportamento é natural, portanto, não encare como desconfiança ao seu trabalho. Coloque-se no lugar deles e procure compreender suas inseguranças e ir conversando até que a relação esteja estabelecida. Trabalhe em conjunto com a coordenação da escola, que deve oferecer um suporte, estar sempre por perto, dando um bom atendimento aos pais, sobretudo àqueles que têm filhos frequentando a escola pela primeira vez.

2- Recepcione calorosamente seus alunos.
A primeira impressão é a que fica? Pode ser que não, mas em se tratando de primeiro dia de aula, é melhor não arriscar. Sendo assim, receba os alunos com empolgação e entusiasmo. De preferência, receba-os fora da sala de aula, no portão de entrada ou em alguma área livre. Apresente-se e converse um pouco com cada um deles, fazendo sempre comentários otimistas e animados. Você também pode convidar os pais para irem até a sala nesse primeiro dia de aula para eles conhecerem. Os filhos sentem-se seguros quando isso acontece.

Ah, e procure estar com todos os nomes dos alunos na ponta da língua. "Olá, Fulano? Seja bem-vindo". Com esse simples gesto, a criança se sentirá automaticamente mais próxima do professor, mesmo que nunca o tenha visto antes. É importante também o professor reconhecer qual aluno é novo naquela turma e já ir apresentando-o ao grupo pelo nome: "Olha só quem está aqui, pessoal. Conte pra gente, fulano, onde você estudava antes". É uma forma de sensibilizar os alunos antigos para receberem os novos.

3- Esteja bem com você.
Para conquistar a confiança dos alunos e dos pais nesse início de ano, é imprescindível que o professor esteja se sentindo tranquilo, realizado e feliz. Precisa demonstrar equilíbrio emocional, estar sempre com um sorriso no rosto, demonstrar pela expressão que está preparado para receber aqueles alunos.

4- Recicle seu conhecimento.
Estude, pesquise, faça cursos, enfim, prepare-se profissionalmente para o início do ano letivo. Quando se tem conhecimento, se tem mais segurança, que é a chave para conquistar os alunos e os pais.
Para os primeiros dias, prepare aulas atraentes, com atividades que envolvam todos os alunos. Mude rapidamente de uma atividade para outra, evitando que as crianças fiquem entediadas.
Ficou com dúvida sobre o que fazer? Procure a coordenação ou peça ideia para algum professor mais experiente que trabalhe na escola. O ideal é que os professores recebam um treinamento antes de as aulas terem início, que pode ser dado pela própria coordenação.

5- Prepare bem o ambiente.
É importante que a criança sinta-se bem em sua sala de aula. Afinal, é o lugar onde ela passará várias horas de seus dias, durante muito tempo. O primeiro contato com esse ambiente precisa ser bem-sucedido, portanto, cuide para que ele esteja bem cuidado, limpo e com tudo conservado. Cores, música e organização são bem vindas.
6- Monitore os novos alunos.
As situações de início de ano letivo são muitas, certamente terá de lidar com algum aluno novo na sala (ou na escola). Atenção redobrada, professor! É de extrema importância que você monitore esse aluno, procurando sempre se informar sobre ele. "Como foi hoje?", "Está precisando de alguma coisa?". Se ele estiver com dificuldades para se adaptar, você deve acolhê-lo de fato. "Tem que legitimar os sentimentos do aluno: 'eu te entendo', 'também passei por isso quando entrei na escola, não é fácil"
7- Eleja um aluno-mentor
O aluno-mentor pode ajudar você na adaptação dos novos alunos. Esse aluno-mentor já está na escola há um tempo, conhece as dependências, os funcionários e poderá acompanhar a criança recém-chegada pelos primeiros dias, ajudando-a a se inserir nos grupos e a compreender a rotina local, como funciona o recreio, a cantina etc. "O aluno-mentor faz a transposição entre a escola antiga e a nova".
Como muitos vão querer exercer essa função, faça uma votação na sala para escolher o aluno-mentor. Mas continue de olho, sempre monitorando o desenrolar desse combinado.
 8- Não tenha pressa.
Entenda que cada aluno vai lidar com as questões novas de um jeito bem particular. Tudo depende de quanto eles estão preparados, da vivência que eles trazem de casa, da escola antiga, etc.
Uma saída que pode contemplar a todos é você já iniciar o ano acostumada a colocar a rotina em pauta. "Hoje nosso dia vai ser assim". E repetir esse aviso todos os dias. É uma forma de conter a ansiedade, já que você antecipa para os alunos todos os acontecimentos.

 9- Convoque os pais para uma reunião.
Como foi dito, os pais podem se sentir muito ansiosos com o início das aulas. Portanto, o ideal é que eles sejam chamados para uma reunião com os professores e a coordenação antes mesmo de as férias acabarem. Nessa reunião, fale sobre a proposta pedagógica, como vai ser o primeiro dia de aula e, com os pais de alunos novos, explique um pouco sobre como a escola funciona".

10- Agende um atendimento exclusivo para as novas famílias. 
Depois que as aulas tiverem começado, uma boa atitude é chamar os pais dos alunos que foram matriculados na escola naquele ano para saber como as crianças e eles próprios estão se sentindo, o que estão achando da escola, do professor etc. É muito comum que a criança estranhe algumas coisas nesse início, mas você precisa sentir se ela está se adaptando aos poucos ou não. E o retorno dos pais é essencial, as vezes a criança não dá  sinal em sala, mas dá em casa. É comum, por exemplo, ela reclamar no começo para os pais que está achando a lição difícil, ou que não está acompanhando as aulas. O professor precisa investigar se a criança realmente está com dificuldades ou se está só insegura, ainda se adaptando. É preciso muita sensibilidade do profissional para, então, ir mostrando à criança que ela é capaz.

fonte: educarparacrescer.abril.com.br/

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vencedora do sorteio.

Oi gente! FELIZ ANO NOVO A TODAS !!!

      Estou de volta, hoje para contar que fui vencedora do sorteio do blog da Juliana. O prêmio é uma necessarie com produtinhos gostosinhos e um chinelo customizado. Estou feliz, é a primeira vez que ganho alguma coisa em sorteios e mais do que o valor do presente, gostei de sentir que há realmente um ser humano dotado de sensibilidade e carisma do outro lado. Acompanho alguns sites de relacionamentos, mas admito que alguns não me agradam... 
     Tenho MSN, mas odeio! São muitas pessoas falando ao mesmo tempo e assuntos que na maioria das vezes não me interessam, salvo assuntos de família, claro!
      Do orkut eu gosto, ali converso bastante, troco experiências, mato saudade de amigos e ex alunos. Tenho o orkut  pessoal
(http://www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=9313687450300466136) e o da escola que poderão add no link na barra ao lado.
      Blog's, com este, tenho 5. O primeiro fiz para mostrar nosso trabalho aos pais dos a lunos e visitantes que queiram conhecer a escola (http://expressao.dri.blog.uol.com.br/) , o segundo é só para fotos (http://escolaexpressao.zip.net/) , assim os pais podem copia-las, o terceiro que fiz foi um blog/site que inclusive está em construção (http://eeiexpressao.blogspot.com/), o quarto foi este e o quinto é o blog/diário que faço para minha filhinha (http://paraanathereza.blogspot.com/).
     Com excessão do blog da minha filha, somente neste tenho tido algum tipo de contato com outras pessoas e acho importante a troca de idéias entre profissionais. Portanto, vou me esforçar ao máximo para encontrar tempo e disposição para trazer tudo que conseguir àqueles que se interessarem.
     Por enquanto é só, vou preparar materiais para postar aqui. Abaixo o link do blog fofo da Juliana. Visitem! bjssssss
Vejam lá a necesseire do sorteio... que lindaaaaaa!!!!


 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Foto do vídeo

Atenção, esta foto se encontra no vídeo abaixo. Nós educadoras temos nas mãos a responsabilidade de transformar nossos pequenos em homens fortes, capazes de ajudar Jesus a decidir esta disputa. 

Libertos da Gaiola (vale a pena assistir, até o fim.)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Painel Presépio.

Boa noite amigas(os)
Comecei a fazer o  painel para a festa que de Formatura e Confraternização da escola que será sábado que vem. Não tenho o dom para artesanato que muitas amigas blogueiras têm, aqui usei somente cartolina, tesoura, cola e papel camurça. Ampliei o desenho que foi tirado da internet e pronto. Agora é terminar de fazer a decoração.











quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Os exageros de alguns desenhos animados

Férias chegando, a maioria das escolas permanecem abertas no mês de janeiro. Além das atividades previstas para o Curso de Férias, há também o momento de relaxar e assistir televisão. Encontrei esta entrevista na revista Nova Escola, achei muito interessante e resolvi compartilhar com vocês.

"Assistir desenho animado na TV pode ser perigos para as crianças porque a maioria deles distorce conceitos e abusa da violência", diz a educadora Regina de Assis.



A TV é boa ou má? Poucas pessoas são capazes de explicar tão bem o fascínio que ela exerce sobre as crianças de 4 e 5 anos quanto Regina de Assis, presidente da Multirio, a produtora de mídias da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro. Segundo a mestra e doutora em Educação, só entre 3 e 6 anos (quando os pequenos estão constituindo o conhecimento acerca de si próprios) a televisão pode ser considerada inimiga. "Nessa fase, tudo é determinante na definição de papéis. E alguns desenhos animados são extremamente violentos", diz. Consumo, sensação de autonomia e abuso de liberdade também são ingredientes negativos de alguns programas. Mas há luz no fim do túnel. Na entrevista a seguir, Regina sugere o que ver na TV aberta e a cabo.

Por que as crianças amam televisão?
Regina de Assis Porque ela é lúdica. A criança suspende facilmente a relação com a realidade. Todo o tempo ela mescla fantasia e imaginação com o mundo real. Pesquisas mostram que é insuportável para ela viver o tempo todo ligada à dura realidade das coisas. E isso vale também para nós, adultos, o que explica por que gostamos de ver a novela ou ler um romance. Mas a criança gosta de ver televisão porque tem necessidade de brincar.

O que a televisão pode acrescentar na faixa dos 4 aos 6 anos de idade? Regina Aqui, no Brasil, os bebês vêem TV no colo da mãe. Mas só a partir dos 3 anos as crianças começam a aproveitá-la de forma interessante. Até os 6 anos, meninos e meninas estão constituindo um conhecimento acerca de si próprios: a identidade de gênero e étnica. Nessa faixa etária, a TV é importante como um elemento de constituição de identidade. Também é crucial para a percepção de como se dão as relações sociais, as relações com outras crianças, os adultos e o mundo em geral. É nesse momento que a elas começam a entender que a vida é pautada por códigos.

E que mensagens os programas passam para as crianças?
Regina Infelizmente, a maioria deles distorce conceitos. Em primeiro lugar, porque abusa da violência. Muitos desenhos animados são extremamente violentos. Na 4ª Cúpula Mundial de Mídia para Crianças e Adolescentes, realizada em 2004, no Rio, os adolescentes fizeram uma carta pedindo que nós, adultos, resolvêssemos os conflitos de violência sem usar mais violência. Percebemos que, do ponto de vista deles, o melhor são as soluções criativas.

Se as crianças gostam de fantasia, por que ficam vidradas em programas violentos? Regina Porque eles abordam outras questões que as interessam. As crianças adoram Power Rangers porque a maioria dos heróis é masculina e, nessa idade, o pai ganha importância na vida delas. Outro atrativo é a luta entre o bem e o mal. A criança precisa de histórias que falem disso. O problema é que o fio condutor é sempre a violência. O desenho não apresenta outra alternativa para lidar com conflitos.

O que mais a senhora critica na programação infantil? Regina A tendência a ridicularizar os adultos, como vemos em A Vaca e o Frango e As Meninas Superpoderosas. As meninas não são apenas poderosas, são superpoderosas. Isso as coloca num patamar irreal de autonomia, numa posição de abuso de liberdade. Esses programas rejeitam um aspecto natural da vida, que é o tempo de amadurecimento para chegar à juventude, à idade adulta e à velhice. Além disso, a programação infantil apela desvairadamente para o consumo. Não trata a criança como um cidadão em processo de desenvolvimento, mas como um consumidor atuante. Pesquisas mostram que as crianças são mesmo as melhores compradoras: não só de brinquedos, mas também de comida, de eletrodomésticos, até de carros. Elas exigem que os pais comprem. Nos países da Escandinávia, na Inglaterra, na Alemanha e no Japão, os comerciais são totalmente proibidos no horário infantil. No Brasil, infelizmente, ainda não há uma regulamentação sobre isso. Nem sequer uma classificação indicativa que oriente os pais sobre o que é apropriado para cada faixa etária.

As crianças também vêem muita programação adulta...
Regina Em 2005, uma pesquisa do Ibope apontou o que as crianças mais gostavam de fazer nas férias. Não era brincar na rua, jogar futebol ou ir à praia. A diversão predileta era ver Senhora do Destino e Zorra Total. Ora, o que esses programas agregam a crianças que estão definindo sua identidade? Nada. Ao contrário, eles têm um impacto negativo enorme. Banalizam o consumo, a sexualidade, a violência e os relacionamentos familiares e sociais.

Existem bons programas infantis na TV brasileira?
Regina Na TV aberta, o Sítio do Picapau Amarelo, da Globo, e Castelo Rá-Tim-Bum e Cocoricó, da Cultura. No cabo há mais alternativas. O canal Discovery Kids exibe O Divertido Mundo de Peep, que lida com a questão da diversidade e conta a história de um quarteto de bichinhos que vive aventuras em várias partes do mundo. Outro bom desenho, do Nickelodeon, é As Pistas de Blue, uma narrativa muito singela de uma cadelinha azul em que um rapaz dialoga com o telespectador, fazendo perguntas estratégicas para que a criança se envolva e converse com a televisão.

Como usar a mídia como uma ferramenta pedagógica? Regina Explorando o aspecto lúdico nas práticas pedagógicas, mas não substituindo a experiência real pela virtual. Um recurso comum (e eficiente) é apresentar um filme, depois contar a mesma história num livro, convidar à reescrita e trabalhar com recortes e colagens. Assim, a criança adquire a experiência concreta. Entre 4 e 5 anos, ela tem especial curiosidade sobre a natureza. Quer descobrir como o pintinho sai do ovo, como o bebê sai da barriga da mãe, como entrou lá. Por que não mostrar isso com documentários? Não é só cineminha na sala de aula, mas uma oportunidade de passar aspectos científicos desse conhecimento, com imagens em movimento. É importante lembrar que a concentração nessa fase é de, no máximo, 15 minutos.

fonte: Nova Escola

domingo, 28 de novembro de 2010

Meu primeiro selinho

Ohhh... Demorou, mas chegou!
Este é meu primeiro selinho. Presente da amiga DEZINHA, autora do blog http://cantinhodadezinha.blogspot.com/. Obrigada amiga!
300.000 visitas, parabéns Dezinha!
Sou um grão de areia em frente ao deserto ... Um dia chego lá!  rsrsrs
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